quarta-feira, março 29, 2006

Títulos do Benfica – Barcelona

É curioso ver os títulos escolhidos pelos jornais desportivos sobre o Benfica – Barcelona da Champions. Neste caso, os jornais desportivos de Portugal e de Espanha. As perspectivas são diferentes e facilmente se percebem as tendências de cada jornal. Umas com mais dose de verdade do que outras. Já agora, vejam qual o título que mais destoa dos outros todos. Uma análise engraçada que deixo ao vosso critério.


“«Penalty»! EU VI, TU VISTE, ELE NÃO VIU” – A Bola

50% JÁ ESTÁ. Rocha parou Ronaldinho e as «meias» ficam em aberto” – O Jogo

TUDO É POSSÍVEL. Muitas oportunidades perdidas deixam eliminatória em aberto” – Record

PERDONÓ EL BARÇA! La gran actuación de Moretto y la falta de puntería le impidieron sentenciar” – As

QUE INJUSTO! El Barça tuvo diez ocasiones de gol, pero sufrió al final” – Sport

EL BARÇA PUDO METER OCHO!” – Marca

NO ME LO CREO! El Barça pudo sentenciar anoche la eliminatoria, pero la mala suerte y el portero impidieron la goleada” – El Mundo Deportivo

terça-feira, março 28, 2006

Caminho para o Euro 2008: Arménia

Equipa

Guarda-redes: Hambartsumyan e Kasparov
Defesas: Aleksanyan, Arzumanyan, Baghdasaryan, Dokhoyan e Tadevosyan
Médios: Karen Aleksanyan, Khachatryan, Melikyan, Mkhitaryan, Tigranyan e Voskanyan
Avançados: Hakobyan, Aram Hakobyan, Melkonyan e Aram Voskanyan

Seleccionador: Henk Wisman (holandês)

A estrela: Aram Hakobyan (FC Banants)

- Duas vitórias e um empate em 12 jogos da fase de qualificação para o Mundial 2006 valeram o sexto lugar à frente de Andorra, mas atrás de Macedónia e Finlândia, com menos dois e nove pontos, respectivamente.

- Até ao início da fase de qualificação do Euro 2008, a Arménia tinha efectuado 28 jogos na competição, tendo registado 5 vitórias, outros tantos empates e 18 derrotas, com 20 golos marcados e 48 sofridos.

- A derrota mais pesada no Campeonato da Europa aconteceu diante da Espanha, por 4-0, a 11 de Outubro de 2003.

- O primeiro jogo internacional da Arménia realizou-se a 14 de Outubro de 1992, diante da Moldávia, e terminou empatado sem golos.

Website: http://www.armenia.fifa.com

segunda-feira, março 27, 2006

Pensamento

Tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível.

sexta-feira, março 24, 2006

Vocabulários e clubite aguda

No campo das coisas com menor importância, se comparadas com as anteriores, as conversas sobre futebol tanto podem ser hilariantes como enfurecedoras de surdez colectiva. Poucas vezes terá sido tão inteligente uma resposta como a que João Botelho me deu a próposito de um golo do Benfica que, dizia-se, não tinha sido mas foi. Afinal no tal golo contra o Belenenses a bola entrou ou não entrou? A resposta foi clara: como desportista acho que não foi golo, mas como benfiquista acho que foi! Resposta genial porque explicita os dois "vocabulários" que dividem os nossos afectos irracionais.

PS - Não vi o jogo FC Porto-Sporting para a Taça porque estou em Inglaterra a estudar vocabulários. Vi à meia-noite na Net que o FC Porto ganhou nos penalties. O Vítor Baía defendeu um. "That's life".



Excerto da crónica "Visto do Dragão", escrita por António Pinho Vargas no Diário de Notícias

quinta-feira, março 23, 2006

Uma resposta à crónica...

Minha Cara,

Tenho, sinceramente, muita pena de si...Em primeiro lugar, tive a pena de constatar que só se sentiu realizada, ou minimamente realizada, em 20% dos minetes que lhe fizeram. Concordo consigo quando diz que os homens devem perguntar às respectivas se estão contentes com o seu desempenho. Nesse caso, porque é que assume claramente que finge os seus orgasmos? Das duas uma, ou a menina nunca foi "comida" como devia, ou então, coitadinha, não tem mesmo jeitinho nenhum para o sexo.

Nós, homens, também lhe podemos fazer, por exemplo uma estatística de quantas mulheres são ou não boas na cama. Ou quantas fazem ou não, bons broches. O que nunca lhe vamos poder fazer é fingir um orgasmo. Isto, claro, se conseguir que atinjamos um. Acredite que há muitos homens que perguntam as parceiras se estão contentes com o seu desempenho. E acredite também que a maior parte dos homens não teve que ler um manual para fazer bons minetes. Apenas teve que os fazer, uma e outra e outra vez. Só com treino se consegue melhorar a performance minha cara.

Em segundo lugar, informo-a que, caso ainda não tenha percebido, o que você está a fazer é, muito simplesmente, a aumentar o número de homens que pratica mau sexo. Você e as mulheres como você. Ora repare: se você finge um orgasmo de cada vez que está com um homem, em primeiro lugar, está a fazer com que o homem acredite que realmente percebe do assunto (Sim, há homens que não percebem). Em segundo lugar, está a fazer com que este mesmo homem, não se esforce o suficiente para agradar a parceira na relação seguinte.

Penso que estamos ambos de acordo, quando digo que uma situação destas não é agradável, nem tão pouco desejável, certo? O meu conselho, se o quiser aceitar, é: Faça mais sexo!!! A sério, penso que você precisa. Mas faça mais sexo sem fingir orgasmos. Vai ver que a sua vida sexual melhorar exponencialmente, e escusa de se vir queixar para as revistas.

É obvio que nem todos os homens lhe vão dar um orgasmo, ambos sabemos isso. Mas vão tentar, isso, eu garanto...E já agora. Informo-a também que não é assim tão raro uma mulher pedir ao "querido" para fazer assim ou assado. Não julgue todas as mulheres por si, "Dra. Ruth".

Um cordial abraço,

Miguel Sousa Tavares



Resposta de Miguel Sousa Tavares a Ana Anes

Os homens e os minetes

Escrevo esta crónica em plena época natalícia, numa altura em que os homens, coitados, na sua pequenez de vista, acham que nós queremos receber jóias, um casaquito do Cavalli, um fim-de-semana numa linda pousada, um microondas para enfiarmos a cabeça lá dentro, etc., etc.

Nem estão enganados, os pobres. O que nós queríamos mesmo era homens que soubessem fazer um minete “comme il faut”. Eu explico. Estas almas penadas vieram ao mundo com um gene que lhes meteu na cabeça que fazer um bom minete é um dado adquirido. Pois aqui vai uma notícia: não é! E o mais giro é que, perguntando aos desgraçados dos meus amigos, “ex” e afins (o leque é grande e a probabilidade de acertar quase igual à da EuroSondagem), todos acham que fazem “o” minete. Extraordinário!

Mas alguém se lembrou de perguntar às respectivas? Não. E todos continuam convencidos que são os “maiores” nesta lide particular. Burros! Ora, da mesma forma que nós – grandes falsas – esperneamos, dizemos “ahhh! Sim! Huuuuuuum!” e nos mexemos à “Canal 18” para fingir um orgasmo durante o acto, o mesmo fazemos quando nos estão a meter a cara entre as pernas.

Assumindo uma posição tipo “Dra. Ruth” – é o que me chama, no gozo, a minha editora –, arrisco dizer que 80 por cento dos homens fazem minetes como os São Bernardo lambem as vítimas perdidas na neve. Lambem, lambem… sem saber porquê e onde. E nós fazemos o nosso papel, para os pobres coitados não ficarem cheios de complexos (de vez em quando, algumas ganham coragem e dizem “querido, não te importas de fazer assim ou assado, mas ainda é raro).

Depois, há cerca de dez por cento que tem jeito para a coisa: um potencial elevado para um “minete-colibri” – bate as asinhas e “truca!”, acerta no alvo sem grandes lambidelas ou aparato. E, finalmente, vêm os abençoados, que já foram como os anteriores mas entretanto leram livros da especialidade e fazem os “minetes de oiro”. São os “meninos de oiro” – coisa rara nos dias que correm.

E mais uma vez os caracteres lixam-me a prosa – não as ideias. Mas não é por isso que ficam os senhores leitores sem ideia para uma prenda jeitosa para o Natal, daquelas que, uma vez aprendida, é só dar.

7anosdemausexo@oindependente.pt


Crónica “Sete Anos de Mau Sexo” de Ana Anes no jornal “O Independente”

terça-feira, março 21, 2006

Culturinha

“Não é de hoje, e muito menos exclusivo da Sport TV, mas creio ser caso único o facto de, em Portugal, a comunicação social desportiva, ao entrevistar os técnicos estrangeiros, utilizar um tratamento de “senhor” e, ao relacionar-se com técnicos nacionais, utilizar uma linguagem normal. Para mim, esta última é a forma correcta de relacionamento, enquanto a outra é demonstrativa de pequenez.

É que não consigo entender qual a razão por que, por exemplo, depois de Benfica-Naval, se ouviu “senhor Koeman” e, depois, “Rogério Gonçalves?”. Que razão para um tratamento tipo “senhor Adriaanse” ou “monsieur Bölöni…” e, logo a seguir “apenas”… Vítor Pontes, Paulo Bento? Que culturinha, a nossa!”.


José Mourinho na crónica semanal da revista Dez – Sábado, 18 de Março de 2006

segunda-feira, março 20, 2006

Uma história – parte V

Recordações atravessam o meu pensamento como coisas soltas, esquecidas pelo tempo distante que as separam de tudo o que já vivi. Relembro todos os dias as coisas bonitas que nós, seres humanos, somos capazes de partilhar com quem amamos. A felicidade, os sentimentos mais incríveis, advêm de um rosto, de um corpo, de alguém com quem desejamos estar a toda a hora.

Posso cair no ridículo ou até mesmo ser lamechas, mas não posso, nem consigo, deixar de exteriorizar estes meus devaneios. Esta até pode nem ser uma história muito bonita, mas cumpre certamente o ritual final de todas as histórias: tem um final feliz!

sexta-feira, março 17, 2006

Algumas notas...

1. Sobre o Sporting e a questão da venda de património. Jorge Gabriel (no programa Trio de Ataque) disse algo muito acertado. Cristiano Ronaldo é um dos melhores jogadores do mundo, Simão Sabrosa é o capitão do Benfica e o jogador mais valioso do plantel e Ricardo Quaresma brilha no FC Porto e é uma mais valia no campeonato nacional. Estes três jogadores (e como estes outros) foram formados nas escolas do Sporting e saíram muito novos de Alvalade. Poderiam e deveriam ter jogado mais na equipa principal dos leões, com vantagens desportivas e económicas bem mais vantajosas. Tendo em conta o potencial de cada um, o Sporting poderia ter obtido maiores encaixes financeiros com as suas vendas. Como se isso não bastasse, tem de ver ainda dois grandes artistas (Simão e Quaresma) brilharem nas equipas de dois grandes rivais. O Sporting tem sem dúvida a melhor formação de Portugal, mas não sabe gerir o potencial que cria. Nem desportivamente, nem financeiramente.

2. O Benfica ficou fora das meias-finais da Taça de Portugal. Voltou a evidenciar nervosismo e falta de eficácia ofensiva (à semelhança do que tinha acontecido com a Naval) e por isso perdeu com o V. Guimarães. É pena que os seus dirigentes se venham desculpar com os tradicionais erros de arbitragem, quando os jogadores encarnados falharam golos de forma escandalosa. A isto chama-se atirar areia para os olhos das pessoas. Só não vê quem não quer. E até admito que o Benfica possa ter razão de queixa num ou noutro lance. Só que nas contas finais da temporada, os três grandes serão sempre os mais beneficiados pelos lapsos das arbitragens. Nenhum dos três pode dizer que saiu mais prejudicado que beneficiado pelos árbitros.

3. No meio de tudo isto, tem de ser realçada a postura de Luisão. No final do encontro com o V. Guimarães mostrou ser um verdadeiro líder. Primeiro, não tocou no trabalho da equipa de arbitragem e admitiu o momento menos feliz do Benfica. Depois, disse que iria sempre defender o grupo de trabalho e que embora fosse difícil conquistar o campeonato, ele e os seus companheiros iriam dar tudo até ao final do campeonato. Ao contrário de Koeman, que à mínima contrariedade deita logo a toalha ao chão, Luisão mostrou uma forte personalidade. Ganhou pontos junto da massa associativa e na minha opinião deixou Koeman cada vez mais sozinho para os lados da Luz.

4. Os grandes treinadores vêem-se na adversidade. Quando uma equipa vence e está na mó de cima, o trabalho de um treinador não exige grande perícia. Consiste “apenas”em manter os índices de confiança altos e fomentar a identificação dos adeptos com a equipa. Nos momentos maus, os treinadores bons sobressaem e os menos bons caem em desgraça, metendo os pés pelas mãos. Koeman, por exemplo, começa a parecer demasiado nervoso (e isso transmitiu-se para os jogadores) e perde toda a coerência. Deixou de dar conferências de imprensa (por iniciativa própria), disse que não contava com Mantorras e agora convocou-o, não dizia mal das arbitragens e agora diz e por fim passou a comportar-se como um louco no banco de suplentes. Uma imagem algo recorrente em alguns técnicos portugueses. Perdeu algumas das virtudes de um treinador holandês, virado para o espectáculo e fair-play, evidenciadas aquando da sua chegada a Portugal. Sem ser espectacular, Co Adriaanse conseguiu pelo menos ser fiel aos seus ideais, mesmo sendo ferozmente criticado por muita gente. Nunca disse mal de nenhum árbitro e vai continuando a apostar no futebol ultra-ofensivo. E com isto não quero dizer que Adriaanse é melhor do que Koeman. Parece-me é que é mais coerente (tem mais personalidade) e está mais perto de ser um bom treinador. No final da temporada tiraremos as dúvidas.

5. O sorteio das meias-finais da Taça de Portugal ditou um Porto-Sporting. Isto quer dizer que apenas um grande estará na final do Jamor. É bom que surjam equipas de menos dimensão na discussão dos troféus em Portugal. Pessoalmente, gostava de ver o V. Guimarães na final porque tem uma massa associativa muito dedicada ao clube. Iriam trazer grande entusiasmo à final. Do outro lado, como é óbvio, queria que estivesse o FC Porto.

terça-feira, março 14, 2006

Muito bom...

É no mínimo hilariante!

Ouçam bem o que esta senhora tem para dizer no Fórum da Sport TV. Cliquem no link:

SPORT TV

segunda-feira, março 13, 2006

A diferença

O tema surgiu numa conversa de amigos. Uma das pessoas comentava as atitudes de alguém (não interessa quem), colocando até em causa alguns dos seus sentimentos. Algo a ver com a postura desse alguém, não condizente naquilo que é a normalidade. Ora, a explicação é simples. Apesar de sermos todos seres humanos, a realidade é que também somos todos diferentes. Logo, cada um tem a sua forma de sentir a vida, viver uma paixão ou mostrar sentimentos.

Vivemos de formas distintas uma mesma experiência. Faz parte da essência humana. Sem podermos apontar ao outro uma falta do que quer que seja.

Uma história - parte IV

Sou feliz! Posso afirmá-lo com toda a convicção. Pena é que nem todos possam dizer o mesmo. É difícil compreender o que se passa à nossa volta, conseguir encontrar razões que expliquem os nossos desgostos e desilusões. É complicado vermos morrer os sonhos mais bonitos que temos.

Com as palavras que escrevo tento contar a minha história de Amor. Provavelmente, para quem me lê, não tem qualquer significado ou explicação lógica, mas existia em mim a necessidade de a passar para o papel, transformá-la em algo palpável. Partilhá-la com alguém.

Decerto até a história está apenas nas entrelinhas daquilo que escrevo, ou mesmo no imaginário de quem lê. A verdade é que o meu intuito é precisamente pôr o leitor a pensar, a imaginar o que quero dizer nas parcas ideias que tento transmitir.

sexta-feira, março 10, 2006

Lucho, o melhor da Liga

“É a minha opinião, haverá seguramente uma dúzia diferente. Pelo menos.

Mas eu acho que Lucho Gonzalez é nesta altura o melhor jogador da Liga. E como já levamos 25 jornadas, até pode acontecer que chegue ao fim sem mudar de ideias.

O argentino tem do seu lado os números. Esteve presente em 24 jogos, viu apenas dois cartões amarelos, as suas exibições costumam ser premiadas com notas altas e, mais importante, exibe o inesperado estatuto de melhor marcador do F.C. Porto e médio com mais golos na Liga, oito.

Mas Lucho é muito mais do que um agradável conjunto de números. Mesmo nos períodos em que o F.C. Porto oscilou, o argentino manteve o nível e a dignidade. Quando o adversário consegue anulá-lo (o que é raro mas sucedeu na Luz), o F.C. Porto não é o mesmo.

Mas por norma sucede o contrário e Lucho torna-se determinante. Impõe o ritmo, sabe ter a bola, ocupa bem os espaços antes vazios, defende com a humildade dos grandes.

Lucho é um daqueles jogadores que parece fazer tudo como quem respira, sem uma gota de suor, como se visse primeiro o que os outros ainda nem ousaram pensar.

Aposto que nos tempos da escola tinha sempre os cadernos impecáveis, estudava a lição e ficava no seu canto, sossegado, desempenhando o papel de preferido da professora. Até que o intervalo chegava e passava a ser o herói do recreio.

Se há jogadores que fazem subir o nível da Liga portuguesa, Lucho está lá. Por esta altura, provavelmente em primeiro lugar.”.

Luís Sobral – In Maisfutebol

terça-feira, março 07, 2006

Caminho para o Euro 2008: Sérvia e Montenegro

Equipa

Guarda-redes: Ilic, Jevric e Oliver Kovacevic
Defesas: Basta, Gavrancic, Krstajic, Lukovic e Vidic
Médios: Djordjevic, Duljaj, Sasa Ilic, Mladenovic, Nadj e Vukic
Avançados: Zigic, Kezman, Koroman, Ljuboja e Milosevic

Seleccionador: Ilija Petkovic (servo-montenegrino)

A estrela: Kezman (Atlético de Madrid). Depois de uma passagem frustrada pelo Chelsea de Mourinho, após ter dado nas vistas ao serviço do PSV, vai brilhando agora em Espanha. Marcou o golo do empate da Sérvia e Montenegro ante a Espanha, garantindo a presença da sua Selecção no Mundial da Alemanha.

- A Sérvia e Montenegro venceu o seu grupo de apuramento para o Mundial 2006 sem qualquer derrota, terminando à frente da Espanha.

- A Sérvia e Montenegro foi um dos 8 países europeus que não perdeu qualquer jogo na fase de apuramento para o Campeonato do Mundo de 2006. Os oito magníficos foram: Portugal, Holanda, França, Suíça, Israel, Espanha, Croácia e a própria Sérvia e Montenegro.

- Até ao início da fase de apuramento para o Euro 2008, a Sérvia e Montenegro, incluindo a Era da Jugoslávia, participou em 11 Campeonatos da Europa, disputando 86 jogos. Alcançou 46 vitórias, 17 empates e 23 derrotas, com 165 golos marcados e 112 sofridos.

Website: http://www.fsj.co.yu/

segunda-feira, março 06, 2006

Pensamento do dia

A verdadeira bravura não se demonstra nos campos de batalha a enfrentar animais ferozes ou perigosos que ponham a vida em risco!

A verdadeira bravura está em sair de casa para beber com os amigos, não avisar os pais, chegar a casa de madrugada caindo de bêbedo, ser recebido pela mãe de vassoura na mão e ainda assim ter peito para perguntar : ”vais varrer ou vais voar?”

quinta-feira, março 02, 2006

Uma história – parte III

Tudo pode acontecer. Ainda ontem nada fazia sentido e hoje já consigo sorrir. Consegui encontrar sem procurar, aquilo que muitos procuram sem encontrar: um Amor de verdade. Se me perguntam como e quando foi, respondo: “num dia como outro qualquer, já não sei porquê”.

O importante é que sei que o essencial ficará para sempre. Quer queiramos quer não, é impossível negar que existem momentos que nos marcam muito profundamente. Mais do que aquilo que por vezes pensamos ser possível. Ao lerem o que escrevo, devem achar que sou uma espécie qualquer de doutorado no assunto, mas na verdade sou apenas mais um que se deixou apanhar pelas malhas do Amor.

Não me importa! Sou um idiota. Mas não um idiota qualquer. Sou um idiota feliz e orgulhoso.