sábado, abril 28, 2007

Let´s Dance

Os teus olhos são negros
Como a dança que o teu corpo balança
Com ritmo quente
E um pouco de imaginação.

Salta e segura a batida
Que transpira da emoção
E sustém a respiração só por um momento.
Noutro terás o mundo a teus pés...

Segue os teus instintos sem pudor,
Ouve o mundo aplaudir
Sem receios ou desconfianças
Vamos dançar?

quarta-feira, abril 25, 2007

Dois tipos de momentos

Nas nossas vidas existem dois grandes tipos de momentos. Aqueles em que estamos no local certo à hora certa e aqueles em que estamos à hora errada no local errado.

E o grande segredo está em encontrarmos sempre o sítio certo para estar. Se for à hora certa, melhor. Se for à hora errada, é questão de esperar que o nosso momento chegue outra vez...

sexta-feira, abril 20, 2007

Uma verdade...

«Se correr, o bicho pega; se ficar, o bicho come»


Esta frase não faz sentido só nas favelas...

quinta-feira, abril 19, 2007

As últimas novidades

Antes de mais, quero dizer que estou a ficar muito mal da minha cabeça. Esqueço-me constantemente das coisas e agora tenho uma maneira esquisita de falar. Perdoem-me por isso uma vez que está a dificultar a actualização deste blogue.

Apesar de esquecido há uma coisa que tem andado na minha cabeça. Uma pergunta. Será que serei jornalista até ao final da minha vida profissional? Será que conseguirei aguentar o ritmo? E às vezes penso como seria tão agradável ter um horário mais ou menos fixo para sair e poder controlar melhor o meu tempo. Ou seja, ter tudo sobre controlo. E da forma que as coisas estão neste momento, parece que tantos aspectos fogem da minha alçada. E não sei se consigo suportar isto para sempre. É uma questão que me atormenta...

Curioso que já comentei isto com alguns colegas de trabalho. E sim, Sofia, tu compreendes-me bem com aquela coisa de ter um gabinete, ouvir TSF a tarde inteira e sair às seis da tarde. Ah...e ter uma secretária que nos diz os compromissos do dia seguinte. :)

sábado, abril 14, 2007

Mais um poema...

"Vou contar-te,
Os olhos já não podem ver...
Coisas que só o coração pode entender...
Fundamental é mesmo o amor...
É impossível ser feliz sozinho...
O resto é mar...
É tudo que eu não sei contar...
São coisas lindas...
Que eu tenho para te dar...

Vem de mansinho a brisa e diz-me...
É impossível ser feliz sozinho...
Da primeira vez era a cidade...
Da segunda o cais e a eternidade...
Agora eu já sei da onda que se ergueu no mar...
E das estrelas que esquecemos de contar...
O amor deixa-se surpreender...
Enquanto a noite nos vem envolver...
Vou contar-te..."

quarta-feira, abril 11, 2007

Na Casa das Artes

Aqui Há Quelque Chose

Artes Perfomativas (música, poesia, arte circense ….)
2 de Maio Quarta-feira 22h00 Café Concerto
Entrada: Livre
M/3
Duração 90 m

“O amor é o gosto da prostituição. Nem existe prazer nobre que não possa reconduzir-se à prostituição.
Num espectáculo, num baile, cada um frui todos.
O que é a arte? Prostituição.
O prazer de estar nas multidões é uma expressão misteriosa do gozo da multiplicação do número.
Tudo é número. O número está em tudo. O número está no indivíduo. A embriaguez é um número.”
Baudelaire

"O “Aqui há quelque chose” é um espectáculo de artes performativas, que vai de expressões tão diversas como as artes circenses, poesia, música, expressão dramática, voz e afins vocais, vídeo, multimédia, podendo englobar qualquer tipo de acção artística. Este espectáculo nasce de um conceito de palco aberto, ao estilo dos artistas de rua que se concentram num local e que vão fazendo pequenas performances, actuando em diversos espaços urbanos e rodando o chapéu".

Deve valer a pena ver... na Casa das Artes em Maio

Uma frase

Aqui fica uma frase que li por aí e que achei interessante.

«Por mais vezes que tente explicar-te tantas e tantas e tantas vezes, nunca te direi vezes que cheguem como é bom estar vivo»

sábado, abril 07, 2007

Liberdade

Continuando numa onda mais poética, talvez pelo estado de espírito. Cá vai...

Liberdade

Livres voam os pássaros na alvorada,
Fogem de uma liberdade alcançada.
O vento traz a esperança de ser livre,
De viver a vida no limite.

Solta os temores enclausurados,
Mostra ao mundo a tua vontade.
Pensa os motivos encontrados,
As razões que definem liberdade.

Esquece a dor que sentes,
A mágoa que sempre permanece.
Sonha a liberdade clara e pura,
Lamenta a dura realidade da clausura.

Grita liberdade na tua vida,
Deixa correr a ilusão proibida,
Pois nada consegues na vida,
Sem a liberdade apetecida.

sexta-feira, abril 06, 2007

A Lua

Não sei se já repararam, mas a lua é simplesmente magnífica. Gosto muito de olhar para a lua e até, às vezes, andar no mundo da lua. Até tenho um poema...

Lua Cheia

Lua cheia de saudade.
Cais na noite que termina
Tão breve como a verdade,
Que ficou lá onde tudo culmina.

Lua cheia de inspiração.
Chegas com a noite escura,
Como um sobressalto do coração,
Trazes a alma mais leve e pura.

Olho e vejo a luz imensa,
Que me cobre por completo.
Fico quieto a pensar.

Admiro a beleza, o sentido e a razão,
Fico inerte sem respirar
Até que te vás embora...

quarta-feira, abril 04, 2007

Back to the game...

É muito bom estar de regresso à vida, e ao blogue, depois de um início de semana muito intenso. E então ontem, o dia foi mesmo muito trabalhoso...

Alguém dizia aqui pela Redacção que os jornalistas deviam ter a reforma mais cedo por causa do stress a que estão sujeitos no desempenho das suas funções. E é bem verdade.

domingo, abril 01, 2007

Feliz dia das mentiras

Da China chega-nos a história de um beijo muito apaixonado. Um casal chinês, ainda jovem, deu um beijo tão intenso que a dentadura de um dos elementos foi sugada e só parou dentro do estômago da outra metade. Uma viagem até ao hospital onde os médicos recomendaram algum tempo de espera até que a dita dentadura saísse pela "via normal"

Não, esta história não é uma mentira de dia 1 de Abril. Foi mesmo verdade! Peço-vos que avisem os vossos avós para terem cuidado com os beijos intensos. E...feliz dia das mentiras!