terça-feira, agosto 31, 2010

Imagination

We never leave, but always here...

segunda-feira, agosto 30, 2010

No ouvido...

Todos a querem alcançar, mas poucos a conseguem...

sábado, agosto 28, 2010

Ilusão

Há uma forma quase grandiosa de se enfrentar tudo o que se nos depara. Sejam grandes desafios ou grandes problemas. Sonhos ou pesadelos. É com grande ilusão. Ilusão de que vamos chegar longe, ilusão de que vamos conseguir resolver as situações, ilusão de chegar e conquistar. Ter ilusão pode bem ser um inebriante ponto de partida. Principalmente quando não termina em (des)ilusão.

sexta-feira, agosto 27, 2010

...

Luta...

quarta-feira, agosto 25, 2010

No barbeiro

Temos tendência para achar que os carecas não têm nada para fazer num barbeiro. E no mesmo sentido, quando lá vão, deveriam pagar menos do que os outros. Porque pouco ou nada têm para cortar. O que acontece é que cortando muito ou pouco cabelo, todos pagam o mesmo por fazer um corte.

Por isso é que muita gente deixa crescer o cabelo até já não ver bem para a frente e quando se desloca até ao barbeiro corta o mais que puder. Para todos os efeitos, é compensatório. Admito que quando vou cortar o cabelo, gosto que as pessoas olhem e digam: "bem...cortaste o cabelo!...". E assim a ida seguinte ao barbeiro/cabeleireiro também é mais longínqua.

Mas ir tratar do cabelo é muito mais do que o simples corte. Por isso, todo este pensamento é redutor. Que o digam as mulheres...

segunda-feira, agosto 23, 2010

Whatever works

«I happen to hate New Year's celebrations. Everybody desperate to have fun. Trying to celebrate in some pathetic little way. Celebrate what? A step closer to the grave? That's why I can't say enough times, whatever love you can get and give, whatever happiness you can filch or provide, every temporary measure of grace, whatever works. And don't kid yourself. Because its by no means up to your own human ingenuity. A bigger part of your existence is luck, than you'd like to admit. Christ, you know the odds of your fathers one sperm from the billions, finding the single egg that made you. Don't think about it, you'll have a panic attack.»

O melhor país

No ranking dos melhores países do mundo, elaborado pela revista norte-americana Newsweek, a Finlândia, a Suíça e a Suécia são os três melhores países do mundo para viver, num conjunto de cem.

Portugal está no 27º lugar. Os resultados não me surpreendem minimamente e penso que Portugal não pode melhorar muito mais e subir neste ranking, conseguindo ser um país mais atractivo e com mais qualidade de vida.

Temos um país simpático, sobretudo para os estrangeiros que nos visitam e que são tratados como reis. Temos sol, praia e somos de brandos costumes. Isso agrada a quem está só de passagem. Mas de resto há muita coisa que faz falta. Sobretudo ter um Governo forte que saiba tirar e dar na mesma medida. Que esteja lá quando os contribuintes mais precisam. Um Governo presente nos bons e maus momentos e não ausente sempre que é precisa um actuação eficiente. Isto independentemente das cores porque no final de contas todos são muito idênticos.

Como se diz por aí, somos "um cantinho à beira mar plantado". E isso nunca mudará...

domingo, agosto 22, 2010

Para reflectir

«Sou um português que não quer voltar. Não quero trabalhar em nenhum clube português, não quero viver em Portugal, mas sou um português que gostaria de, com as minhas capacidades, fazer alguma coisa importante», são muitas das várias opiniões quando se refere ao país que o viu nascer e onde deu os primeiros passos rumo a uma carreira de sucesso. E de Portugal, José Mourinho afirma na entrevista não ser «um português típico porque, em geral, os portugueses sentem a falta de Portugal e eu não. Não tenho saudades, talvez porque tenho uma família espectacular ou porque estou apaixonado pelo que faço. Não tenho saudades, mas tenho muita paixão.»

José Mourinho em entrevista à revista El País Semanal

sábado, agosto 21, 2010

Not

Não sei se voltei a escrever ou se as letras estão apenas na ponta dos meus dedos...

quinta-feira, agosto 19, 2010

E se...

...Jorge Jesus tivesse cabelo à Paulo Bento?

Música

A música é sempre capaz de dar alguma tranquilidade e inspiração. A música pode estabelecer muitas pontes e encurtar demasiados caminhos.

terça-feira, agosto 17, 2010

Quadro

Olhando mais atentamente para o espaço destinado à colocação de avisos e anúncios, reparei que tem afixado, entre outras coisas, uma nota de despedida e uma referência ao tempo passado aqui na Redacção.

Soa a estranho este ritual de passagem. Essencialmente porque se trata de algo que passou e numa referência aos bons momentos de outros tempos.

Nós na Rede

Qualquer dia estão a enviar-nos também as contas de final do mês via Facebook....

Nós na Rede

segunda-feira, agosto 16, 2010

Resposta

[sobre o que é mais valioso na vida]

«Acho que é a saúde. O meu pai costumava dizer isso mas eu não ligava. A saúde é o mais importante, depois é o conhecimento, o dinheiro vem em terceiro lugar e em quarto o amor. Se temos os três primeiros acho que teremos boas possibilidades de encontrar o amor»

Woody Allen, em entrevista

sexta-feira, agosto 13, 2010

Imutável

Todos temos consciência que certas circunstâncias da vida são imutáveis.

Uma despedida é sempre dolorosa, seja quando, onde e como for. Uma batalha ganha é saborosa, não importa o tamanho que possa ter. O sabor da desilusão é invariavelmente amargo, seja provocado por uma falha nossa ou de outro qualquer. Uma palavra dita vale mais do que mil que ficam por dizer. Um pensamento positivo é meio caminho andado para sermos bem sucedidos. A vida sem uma pontinha de sorte corre irremediavelmente para o marasmo.

E a saudade é imutável?

quinta-feira, agosto 12, 2010

Para quando em Portugal?

Na terça-feira passada, o apresentador de televisão Demóstenes Nascimento, do canal de televisão TV5, do Acre, uma região brasileira, discutiu com o candidato ao Senado do partido PMDB, João Correia Lima Sobrinho.

Durante a gravação de uma entrevista, os dois envolveram-se mesmo num confronto físico. Só agora as imagens foram divulgadas e, de acordo com o repórter que assistia à gravação, Jota Guimarães, tudo terá começado sem motivo aparente.

O apresentador terá dito ao entrevistado que só lhe sobrava um minuto para responder a uma pergunta sobre o que faria para ajudar o país, caso fosse eleito. Tal reparo levou o candidato do PMDB a acusar Demóstenes Nascimento de "corrupto" e de "estar ao serviço do Estado". O resto está no vídeo.

A pergunta impõe-se: para quando uma situação destas em Portugal? Eu diria que já esteve mais longe.

quarta-feira, agosto 11, 2010

Bom e mau

Dizem que as pessoas más duram mais tempo e que a ruindade conserva. É uma vantagem. Pergunto-me se vale a pena ser boa pessoa quando a maldade tantas e tantas vezes leva a melhor. Compensa optar pelo bem em detrimento do mal e ser-se bom em vez de maldoso?

Os maus morrem sempre velinhos. Duram e duram e duram para atormentar a vida de quem os rodeia. São respeitados por toda a gente, no sentido de terem receio das reacções que possam ter, e raramente surge alguém capaz de os afrontar. A maldade tem a vantagem de deixar sempre por cima quem a pratica.

As pessoas boas são normalmente calcadas quando possível e pagam cara a factura da sua bondade. Na maior parte das vezes. Basta que lhes apanhem o jeito para que qualquer um possa tirar proveito. Já para não dizer que recaem dúvidas constantes quando alguém pratica o que está certo. Daí se calhar o provérbio de que "quando a esmola é grande, o pobre desconfia".

As duas grandes vantagens que as boas pessoas têm é que geralmente têm mais amigos e pessoas a gostar delas e dormem sempre de consciência leve e tranquila. Sera que compensa? Façam o teste!

Música

Tranquila. Para ir com calma...

terça-feira, agosto 10, 2010

Modas

Tudo nesta vida é feito de modas. Reparei agora que há uma expressão que está muito na moda nas nossas televisões:

teatro de operações

O número de vezes

Sabem quantas vezes é que nos últimos dias já desejei andar de cachecol, ao frio, nas ruas de uma qualquer cidade? Muitas mesmo...

Este calor não dá vontade de fazer o que quer que seja!

domingo, agosto 08, 2010

Démodé

«Eu comecei a namorar com a minha excelentíssima esposa em 1992, um ano após a queda da União Soviética e muito antes da Al-Qaeda ter sido inventada. A nossa relação dura, portanto, há 18 anos. Tendo em conta que eu tenho 36 anos de idade, isso significa que o meu tempo de vida em conjunto com ela já superou o meu tempo de vida sem ela. É bonito? Sim, eu acho que é bonito, mas no mundo em que vivemos é sobretudo raro. Tão raro que as minhas conversas sobre relações amorosas poderiam ser patrocinadas pela Greenpeace: eu sou uma espécie em vias de extinção. Com esta diferença: ninguém me quer preservar.

Na verdade, sendo absolutamente démodé, a minha falta de currículo em matéria feminina é olhada pelos meus interlocutores como se eu fosse um professor de Português que nunca leu Os Maias. É muito mais uma falha do que um mérito. E a coisa agrava-se pelo facto de eu próprio não ter qualquer explicação para esta longevidade sentimental, para além daquelas coisas óbvias, do tipo "bom, eu continuo a gostar dela e ela tem um grande espírito de sacrifício".

Mas há que admitir que nessas conversas sobre homens, mulheres e a volatilidade das relações (depois de ter passado há cinco anos pela fase dos casamentos dos amigos estou a iniciar-me na fase dos divórcios) costuma surgir um argumento que me encanta: o da inevitabilidade de "seguir o coração", como se fosse nosso destino incontrolável (senão mesmo obrigação moral) correr atrás de todas as paixões da alma. Ou, citando os mui pirosos Delfins, "sou como um rio/ correndo só para te ver". É como se o homem e a mulher dos dias de hoje estivessem condenados a seguir na correnteza sentimental, não tendo bracinhos nem perninhas para remar contra a maré.

Isto é uma extraordinária contradição, porque ao mesmo tempo que vivemos na era de todos os individualismos parece que não somos donos dos nossos destinos nas matérias do coração. Se alguém se enrola com a colega de trabalho, encolhem-se os ombros, porque, afinal, apenas se "seguiram os sentimentos". Esta espécie de inimputabilidade em matéria sentimental é profundamente infantil, e uma desculpa confortável para aliviar pesos de consciência – não se está a trair, mas sim a ser-se fiel a si próprio. Eu não acredito nisso. É démodé? É. Mas talvez explique boa parte dos tais 18 anos.»

João Miguel Tavares, jornalista, in Correio da Manhã

sábado, agosto 07, 2010

Daggering: uma dança perigosa

«A dança é sexual e agressiva. O aumento do número de pénis partidos, resultantes de acidentes causados por quedas ou choques violentos enquanto se dança o Daggering, fez o Governo jamaicano proibir que este estilo de música passasse nas rádios ou em programas de música televisivos. Neste momento, esta dança só é executada em festas de rua, ou em clubes nocturnos clandestinos.

Mas a moda em que esta dança se transformou leva a que muitos jovens se entreguem totalmente aos movimentos quando a dançam e tal à-vontade das mulheres perante a submissão aos homens a que a dança as obriga já fez com que muitas feministas se revoltassem e dissessem que foi dado um passo atrás na libertação e emancipação da mulher.»

In www.sabado.pt

Fica aqui um exemplo e deixo qualquer tipo de comentário à vossa consideração.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Origem

Ontem levava alguma expectativa para ver o filme Origem (Inception), com Leonardo Di Caprio. Confesso que não sou particularmente adepto dos filmes de ficção científica, mas este Origem agradou-me bastante. Primeiro por causa do tema, o universo do sonho e da realidade, e depois pelas inúmeras cenas de acção palpitante ao estilo dos melhores thrillers.

Não vou alongar muitos os meus comentários, sobretudo a pensar nas pessoas que ainda pretendem ver o filme. Duas coisas retive, que percebem depois de ver o filme, uma é que nunca nos lembramos do início dos sonhos que temos e a outra é aquela sensação de "empurrão" quando acordamos de forma abrupta depois de um sonho.

Recomendação: vejam o filme!

quarta-feira, agosto 04, 2010

Quero ver!

Aí está um filme levezinho, ideal para esta altura do ano. A amostra parece muito agradável, só é preciso agora ir confirmar...

segunda-feira, agosto 02, 2010

Iniciativa

Desde sempre ouvi dizer que ter iniciativa é positivo. Por isso, normalmente tomo as rédeas do cavalo quando me permitem que assim seja. Mas posso confessar, quase em primeira mão, que também gosto de me deixar guiar pela pessoa certa. Gosto que tenham a iniciativa de falarem primeiro, quando se trata de iniciar uma conversa, e gosto também que abram as hostilidades no que toca a determinadas escolhas.

Ter iniciativa também pode ter as suas desvantagens. Se algo corre mal, a culpa vai estar do lado de quem decidiu partir para esta ou aquela realização. Mas de qualquer forma é preferível a viver constantemente na mediania. Por outro lado, pode também ser complicado duas pessoas que gostam de ter a iniciativa conviverem num mesmo espaço. Não podemos querer ser sempre os donos da iniciativa. Há que dar espaço às iniciativas dos outros e até encorajar os menos propensos a partir para a frente da batalha.