sábado, junho 30, 2007

Saudades

As saudades são uma coisa terrível. Porque mesmo que se possam matar saudades de uma qualquer coisa, sabemos que nunca ficaremos curados desse mal para sempre. Já que mais tarde ou mais cedo elas voltam.

Se bem que há situações das quais não podemos matar saudades. Eu por exemplo sinto saudades dos tempos passados na Redacção do Diário de Notícias no Porto. Sinto saudades do Rui, da Raquel, do Hélder, do António Pedro e do simpático e prestável sr. Vitória que nos levava a qualquer lado sempre que preciso.

Do Amin, da Úrsula e das fotos que tiravam. Das conversas, dos lanches, das subidas e descidas no elevador, dos encontros com os colegas de curso para almoços e do facto de trabalhar quase sempre só da parte da tarde. E do gozo que dava escrever um artigo directamente na página do jornal, tal e qual como seria impressa.

As saudades são isto. Vão e voltam. E o tempo vai passando a correr...

quinta-feira, junho 28, 2007

Apito - Best of

António Araújo: "Quer fruta para dormir (...) O homem que vai ter consigo esta tarde (...) Pediu-me rebuçados para a noite e café com leite"

Pinto da Costa: "Já mandei a fruta (...) Diga que sim senhor. A fruta já foi mandada"


Acima de tudo há que saber receber as pessoas. E dar-lhes aquilo que precisam para que se sintam bem. Quem é que se venderia por uma peça de fruta, um rebuçado ou um café com leite?

quarta-feira, junho 27, 2007

Quote II

Por si só e sem qualquer razão aparente
Este ser nasce da mesma forma que morre...
Assim como morre,
Nasce noutro dia qualquer...

Quote

Há momentos que deviam durar para sempre e outros que nunca deveriam ter acontecido.

quinta-feira, junho 21, 2007

Déjà Vu

É uma sensação interessante e ao mesmo tempo um pouco arrepiante. Intrigante se preferirem. Quem nunca teve um déjà vu?

É a sensação de já termos visitado um determinado local, mesmo quando temos a certeza que é a primeira vez que lá estamos. É parecer que já conhecemos uma pessoa de algum lado quando na verdade trocamos o primeiro olhar. É o reviver sem ter vivido…

“E se tivesses de contar a alguém a coisa mais importante do mundo e soubesses que nunca acreditaria em ti. O que farias?
Tentava.”

Os caminhos

O que caminhei já nem sei,
Se por amor ou devoção,
Numa loucura sem igual.
Só para te dizer,
Sem ti o mundo passa devagar...

domingo, junho 17, 2007

Publicidade II

Já que falo em publicidade, aproveito para deixar aqui aquele que para mim é um dos bons anúncios de publiciade do momento. E que aproveita para dar o apoio à nossa Selecção de rugby que vai disputar o Mundial da modalidade em breve.

Publicidade

Não tenho nada para publicitar, mas se tivesse o local que escolheria para o fazer seriam os cinemas. Por uma série de razões.

Primeiro, porque quando vamos ao cinema estamos mais predispostos para recebermos informações e mais atentos. Já que tivemos a oportunidade de escolher o filme e normalmente quando se vai ao cinema leva-se o espírito mais leve e a cabeça sem os problemas do dia-a-dia.

Depois porque não temos um comando na mão para podermos mudar de canal sempre que começam os anúncios de publicidade. Quem é que em casa fica a ver a publicidade no intervalo de um qualquer programa? Muito pouca gente, salvo se estiver a dormir no sofá ou o comando esteja num local de difícil acesso.

Logo, a publicidade que passa nas salas de cinema atinge mais facilmente os seus objectivos, seja de vender ou deixar simplesmente um apelo, de carácter humanitário por exemplo. Pura e simplesmente as pessoas não têm como não dar atenção ao que está a passar no grande ecrã.

E talvez por todas estas razões, o espaço dedicado à publicidade antes dos filmes tem aumentado cada vez mais. Ontem estive numa sala de cinema e sem exagero passaram 15 minutos bem contados de anúncios publicitários.

quarta-feira, junho 13, 2007

Cool Hipnoise

Em dia de feriado, que não é para todos, um musiquinha vai sempre bem...

sábado, junho 09, 2007

Números

«Este ano, o simbolismo numerológico dos resultados finais era bastante claro. Situando-nos no universo fatídico de 60, tivemos o Benfica com 67, o Sporting com 68 e o Porto com 69. Deixemos de parte a interpretação da caserna, segundo a qual nenhuma equipa conseguiu dar uma bem dada - e só o Porto atingiu a parca consolação do 69.

Centremo-nos nos números. O 67 do Benfica alude claramente aos primórdios dos anos 60 - um tempo inocente e pré-Beatles (e infelizmente ido) em que o Benfica ganhava quase sempre.

Já o 68 que o Sporting obteve em Maio de 2007 remete, sem margem para dúvidas, para o apocalíptico Maio de 68 e à sua fatalidade de "nada será como dantes". O facto de ter sido o Sporting a ganhar a miséria da "discussão do segundo lugar" alerta-nos para o impacto revolucionário da actual situação.

Finalmente, os 69 do Porto são fáceis de interpretar: anunciam o futuro. É certo que não é um futuro particularmente brilhante (sendo a década de 70 aquilo que a gente sabe) mas, mesmo assim, é um futuro. E um futuro sempre á alguma coisa»

Miguel Esteves Cardoso, In "J"

Uma boa explicação dos números do campeonato.

quinta-feira, junho 07, 2007

A lição

É um lugar comum dizermos que devemos aprender com os erros. E há erros que cometemos por sermos demasiado generosos. Sobretudo quando estamos à espera que do outro lado exista alguma contenção.

E é interessante ver o ar de surpresa dos que nos rodeiam ou a dificuldade na contenção de uma gargalhada bem audível. Sim, porque existem situações que são no mínimo hilariantes. E para além de aprendermos a estar calados e a não sermos extremamente simpáticos, vamo-nos divertindo à mistura.

Por isso, aprende!

domingo, junho 03, 2007

Quote

«Não deixes que o tempo volte para trás
E que o futuro seja o eco simples do presente
No fundo vivemos do passado
Passamos pelo presente
E acabamos no futuro desconhecido»