terça-feira, julho 31, 2012

...

«Percorremos caminhos por onde levamos os nossos sonhos, carregamos as nossas expectativas e enfrentamos os nossos medos. E cada marca impressa, cada sapato velho esquecido no caminho nos remete para uma etapa vencida.»

sexta-feira, julho 13, 2012

Expressão

«Assalta-me o cérebro»

segunda-feira, julho 09, 2012

Experimentar

As experiências podem não correr bem. Sobretudo quando se trata da primeira vez, da primeira tentativa, da primeira incursão por um caminho nunca antes desbravado. Mas mais do que tudo precisamos experimentar o novo e o desconhecido.
Sem experimentar nunca saberemos se é mais por ali ou por aqui, se podemos ser bem ou mal sucedidos. E experimentar e errar também faz parte. Não importa o número de experiências erradas, desde que se encontre o certo, a saída, o objectivo cumprido.

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...uma luz que ilumina,
uma estrela que brilha...
...junto da lua.

sábado, julho 07, 2012

Arroz...

...doce! Feito por mim...:)

quarta-feira, julho 04, 2012

Para trás e para a frente

Aqui na rua existe um senhor, com os seus 70 anos, que todos os dias passeia para trás e para a frente entre os prédios e as ruas aqui perto. Quase indiferente ao que o rodeia, passeia-se, de manhã à noite, cantando, falando sozinho, por vezes, usando vernáculo. Sempre sozinho. Apenas a bengala, de madeira, nunca apoiada no chão e balançando, na mão, suspensa. Os dias que passam indiferentes, não são os mesmos sem os passos curtos, demorados, do senhor do chapéu, às vezes gorro, de Inverno, ou sem nada, quando lhe apetece. E somente tudo o que lhe apetece. No caminho diário pelas horas, muitas horas contadas. Hoje tinha algo diferente. Na mão que segura a bengala, um pequeno saco azul. O lanche. Penso. E nada melhor do que estar prevenido. Mesmo quando a alegria passa por caminhar sem destino, todos os dias de igual forma.

terça-feira, julho 03, 2012

Noite

Quando a noite cai, há sempre a lua para a abrilhantar.

O que não se vê


De tudo o que existe,
Uma parte a vista não alcança
Seja sentimento ou beijo perdido.

Mas se tudo o que não vemos, existe
Para quê a existência
E não o simples aquecer da alma...

O que vemos no entardecer do dia passou,
Voltou de olhos molhados fechados
Numa manhã junto ao mar embarcou.

segunda-feira, julho 02, 2012

Será?

«Escrever é como o exercício físico. Se não praticares ficas molengão»

Richard Russo