terça-feira, agosto 27, 2013

Adeus e Até Já


quinta-feira, agosto 22, 2013

Genial

Hoje há algo que têm mesmo de fazer. Ver o tributo do Google ao compositor francês Claude Debussy.


sexta-feira, agosto 16, 2013

...

"Os dias bons não são os que ficam para lembrança. São aqueles que se esquecem, porque se repetem na mais estúpida felicidade mas que, todos juntos, servirão para um dia eu poder dizer «sim, eu já fui feliz»." 

M.S.T.

segunda-feira, agosto 12, 2013

Para ver

Aqui fica o vídeo da reportagem do jovem pastor do último post:

Pastor aos 10 anos

Sonhos

Vi durante a hora de almoço uma reportagem no Primeiro Jornal da SIC sobre um pastor de 10 anos de Mondim de Basto. Não consegui ficar indiferente porque achei muita graça à história e ao seu protagonista. Para além das peripécias naturais destas histórias, retive algumas informações que não deixam de ter a sua piada.

Na reportagem contava-se que o jovem pastor tinha dois sonhos: ir à praia e visitar um centro comercial. E quando o jornalista lhe perguntou o que esperava encontrar na praia respondeu "muita areia, muita água e muita gente" enquanto no centro comercial estava à espera de ver "muita roupa e muitos brinquedos". Aos olhos e ouvidos de muitos jovens tudo isto soa a trivialidade e a tendência natural é sentir pena.

Acontece que este jovem pastor de 10 anos sai todos os dias das férias de manhã cedo de casa para levar 120 cabras para a serra e tomar conta delas durante o dia. E trazê-las de volta ao ponto de partida, sãs e salvas. Para além disso, apesar do parco apoio em casa, esta criança consegue ter sucesso na escola e até se dá ao luxo de fazer tabuadas enquanto vigia as cabras.

Eu já fui à praia vezes sem conta e quanto a centros comerciais, tento até evitar demasiadas visitas. Facilmente este jovem pastor cumprirá estes sonhos e alcançará outros que neste momento nem sequer estão nas suas perspectivas mais imediatas. E a questão, quando pensei nela, é que eu nunca serei capaz de levar uma única cabra para a serra (quanto mais 120!) e não a perder. Muito menos trazê-la de volta. Isto já para não falar que concerteza me perderia irremediavelmente na serra e não conseguiria voltar a casa.

Ele só tem 10 anos e consegue coisas que eu nunca conseguirei. 

quinta-feira, agosto 08, 2013

quote II

«O homem: um deus, quando sonha, e apenas um mendigo, quando pensa»

Holderlin

quote

«Não posso manter um registo da minha vida pelas minhas acções; o destino colocou-as demasiado baixo; mantenho-o pelas minhas fantasias»  

Montaigne

terça-feira, agosto 06, 2013

...

domingo, agosto 04, 2013

O próximo

«Tenho o feiticismo dos nomes, e o teu enleva-me e enlouquece-me. Rigoberto! É viril, é elegante, é brônzeo, é italiano. Quando o pronuncio, em voz baixa, corre-me uma cobrazinha pelas costas e gelam-se-me os calcanhares rosados que Deus (ou, se preferes, a Natureza, descrente) me deu. Rigoberto! Ridente cascata de águas transparentes. Rigoberto! Amarela alegria de pintassilgo a celebrar o sol. Onde estiveres, estou eu. Quietinha e apaixonada, eu aí.» 


Mario Vargas Llosa em "Os Cadernos de Dom Rigoberto"

"Um mundo de erotismo, sensualidade, desejo e paixão, transporta o leitor para todo um universo de sonho ousado e arrojado, criado pela imaginação fértil de um reservado corretor de seguros. Um livro que é a apologia perfeita do amor em estado puro."

O meu próximo livro.


Azul cinza

Talvez um dia consiga perceber porque só um céu azul consegue ser inspirador e não pode um cinzento com nuvens ser capaz de despertar todos os dotes. Tudo o que mais existe nos raios de sol com o fundo azul encontra na chuva ao de leve uma visão igualmente romântica. Nem seja pela melancolia interior que habita em cada ser e não nas contingências dos dias. Igual. Ou não fosse o coração pleno de um poder indiferente ao que rodeia, vivendo do interior que o preenche. Céu azul ou cinza.

Escrita

A escrita é a minha praia. Com marés revoltas de inspiração e águas calmas de ondas límpidas em folhas brancas. Um deserto de ideias em pequenos grãos juntos de areia, extenso, a perder de vista. A onda que bate e morre no areal de palavras indefinidas. O calor das palavras sentidas, reunidas, por vezes fingidas, noutras simplesmente perdidas ao vento. Enfim, o sol dos dias de Verão intensos. Ou as noites negras das estrelas onde se escondem todos os monstros e demónios.

Quote

"O amor não é fácil em nenhuma idade e dói tanto ceder-lhe como fugir-lhe. Mas o amor é o que há, e eu estou velho para morrer sozinho"


In Debaixo de Algum Céu