quinta-feira, setembro 25, 2014

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«Deixa-me contar-te o mundo como o vejo: um grande contínuo sem divisões nem fronteiras. O ar que respiro é o ar que tu respiras e se bato o pé no chão é no mesmo chão que pisas. Quando olhamos para o céu vemos o mesmo sol e a mesma lua e se formos à beira-mar e molharmos a mão na água, estaremos, ao mesmo tempo, a tocar na mesma coisa. Não interessa onde estás nem onde estou, estamos unidos no mesmo, em pontas contíguas de um mesmo ar e à noite dormimos na mesma cama, não importa quantos quilómetros ela tenha de largura.»

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