sexta-feira, dezembro 08, 2006

Sempre que quiseres

«Deixa-me tecer a malha do meu encanto,
respirar paixão até à embriaguez,
sugar as nódoas tatuadas no percurso,
expulsar medos e perder-me na efémera felicidade...»

2 comentários:

Fl disse...

Porquê as aspas? não é teu?

Bruno Marques disse...

:) nops. Escreveram para mim...