segunda-feira, setembro 30, 2013

Home

Onde é o sítio a que chamamos casa? Pode não ter um tecto e quatro paredes, portas, janelas, entrada, uma saída. Esse sítio é onde nos conseguimos encontrar. Em que não sentimos o respirar de tão tranquilo, sereno, sussurrado apenas. Basta pousar a cabeça, sentir o aconchego e desfrutar do momento que perdura no tempo. Como se o mundo de repente estivesse parado e não existisse mais vida para além daquela. Como a mão que se encontra, o cabelo no suave toque dos dedos perdidos. O cheiro da pele tão característico, inesquecível. Casa pode ser um colo de alguém, um abraço apertado, uma cama numa noite única. Casa. O anseio de chegar todos os dias. E estares lá tu. Só tu.

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